Debate público: Viver em Floripa é uma conta que não fecha

Publicado originalmente no instagram do MLB de SC

Viver em Florianópolis é uma conta que não fecha!

O custo de vida explode, o transporte público é caro e ineficiente, a especulação imobiliária expulsa os trabalhadores para as periferias e a moradia digna se torna um privilégio de poucos. A realidade é nua e crua: viver em Florianópolis é uma conta que não fecha para a classe trabalhadora

Para debater a atualidade da nossa cidade e apontar os caminhos e perspectivas de organização e resistência, o Movimento de Luta nos Bairros, Vilas e Favelas (MLB) convida toda a comunidade para uma mesa de debate mais que fundamental para projetar nossa resistência

Conheça a nossa mesa:


Laís Chaud: Pré-candidata ao governo do estado de SC pela Unidade Popular pelo Socialismo (UP).

Paolo Colosso: Professor da UFSC (PósARQ e Filosofia), pesquisador de teoria urbana, pensamento crítico e história da cidade.

Kalindy Granella Peruzzo: Arquiteta, urbanista e mestranda (PósARQ/UFSC), pesquisadora do direito à cidade com foco em gênero e movimentos sociais por habitação.

Victor Khaled: Mestre em Geografia pela UFSC, militante do Movimento Passe Livre Floripa (MPL) e da Organização Socialista Libertária (OSL).

Victor Couto: Motoboy na luta e historiador em formação, trazendo a vivência real de quem move a cidade sobre duas rodas.

Data: 12/06/2026
Horário: 17h30
Local: Bugio Trindade

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Ecolhar: Nota sobre o falecimento do companheiro Charles Gorri

Publicada originalmente no site do Coletivo Ecolhar.

É com pesar que recebemos a notícia do falecimento do companheiro fundador do COLETIVO ECOLHAR, Charles Gorri, confirmada na tarde do dia 05 de junho pela Polícia Científica, quase que como uma macabra ironia por se tratar justo no dia mundial do meio ambiente.

O Charles integrou o grupo precursor do Coletivo Ecolhar, foi seu membro fundador nos idos de junho de 2023, e desempenhou um papel relevante quando da criação do coletivo ao ter o lampejo de sugerir a composição do nome que veio a ser ‘ecolhar’, adotado depois de um longo e maduro debate, que também agregou o sub-título ‘ação ecológica de raíz’. É a que estamos praticando desde então.

Pela sua experiência como guia e educador ambiental, e sua formação de oceanógrafo, orientou inúmeros grupos organizados pelo Ecolhar no interior da planície do Pântano do Sul, além de participar ativamente das demais atividades do coletivo ao longo dos seus dois primeiros anos.

Fica aqui nosso reconhecimento a este guerreiro ecológico, autêntico, criativo, sensível, que deixa nosso convívio terreno, com lamento e tristeza.

 Coletivo Ecolhar

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Divulgado originalmente no instagram do HONK Floripa

Começa agora a abertura do HONK! Floripa 2026, um encontro de música, arte, cultura popular e ocupação criativa dos espaços públicos.

O que muda quando a rua deixa de ser apenas passagem e se transforma em espaço de encontro?

O HONK! Floripa convida todas as pessoas para uma roda de conversa sobre o Direito à Cidade — uma reflexão coletiva sobre quem pode ocupar os espaços urbanos, como circulamos por eles e quais vozes são ouvidas (ou silenciadas) nas ruas que compartilhamos.

Nos próximos dias, as ruas se transformam em palco, ponto de encontro, lugar de troca, celebração e construção coletiva. Fanfarras, artistas, comunidades e público se unem para lembrar que a cidade ganha vida quando é vivida de forma coletiva.

Que os sopros ecoem, os tambores ressoem e que a alegria tome conta das ruas!

Sejam todas as pessoas bem-vindas ao HONK! Floripa 2026! 💛🎺🔥

Programação completa do evento, na página do instagram.


Da página de financiamento coletivo do evento:
“O Honk! surgiu em 2006 em Somerville, Boston, e já se espalhou por diversas partes do mundo.

Há 10 anos no Brasil, é mais do que um festival independente de integração e intercâmbio entre fanfarras ativistas em defesa da rua e da arte: é um movimento global que ocupa as ruas das cidades como espaços de convivência e transformação.

Um palco de resistência e lutas coletivas que reúne fanfarras, artistas e sociedade em torno de um posicionamento sobre a cidade, o país e o mundo.”


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